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In Cultura Japão

Sakura- Flor de Cerejeira

   Uma das coisas que mais admiro no Japão são as paisagens. Dá para perceber que os japoneses possuem um carinho enorme pela natureza cuidando até dos mínimos detalhes, como foi um caso de um japonês que colocou apoios nos galhos da árvore para ela não cair. O que marca nesse país são as cerejeiras, que florescem na primavera por aproximadamente uma semana.
   Como as flores duram pouco tempo, os japoneses aproveitam e fazem eventos nos parques, como piqueniques em baixo das árvores. Eu já vi que eles fazem até sorvetes da flor!

História

   A flor da cerejeira, Sakura em japonês, é a flor símbolo do Japão. A simbologia é tão intensa que o povo cultua e respeita como a própria bandeira japonesa ou o hino nacional.    Diz a lenda que sakura vem da princesa Konohana Sakuya Hime que teria caído do céu nas proximidades do Monte Fuji e teria se transformado nesta bela flor. Acreditam se também que tem sua origem na cultura de arroz. A parte kura significa depósito onde se guardava arroz, alimento básico dos japoneses considerado dádiva divina.
    Hoje existem catalogadas mais de 300 variedades de cerejeiras no Japão. A cerejeira, da família das Rosáceas, gênero Prunus tem origem na China e Índia e os cruzamentos, melhorias e mutações durante séculos teriam criados estas centenas de variedades. A chegada no Japão consta que é de vários séculos atrás. Consta que já no século VII o imperador Saga em Kiyoto teria promovido nos jardins do Palácio Imperial o Hanami.    


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In Cultura Japão Outros

Cartão postal do Japão

Ai gente fui ver a caixa de correios e olha o que eu encontrei:

   
   É um cartão postal vindo diretamente do Japão. Ele foi enviado pela minha professora de japonês que está passando as férias no seu país de origem.

*O cartão é do filme Tonari no Totoro (Meu Amigo Totoro -título no Brasil-) feito em 1988, tem direção e roteiro de Hayao Miyazaki.

E ainda tem uma carinha no outro lado



E esses selos que fofos 


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In Cultura Japão

Sombras de Mão: Kakashi-za

  
   Eu estava olhando o meu antigo blog e vi essa postagem de 2012. Então resolvi compartilhar com vocês um pouco sobre essa arte -que eu acho incrível-. Em novembro de 2012 o grupo japonês chamado Kakashi-za vieram se apresentar, no Teatro de Santa Isabel e o Parque 13 de Maio, aqui em Recife -fiquei muito triste por não ter ido-. O grupo apresentou o espetáculo “Sombras de Mão”.

   
   A montagem conta uma história de amor por meio de figuras e animais criados com mãos acrobáticas e jogos de luz. O Kakashi-za existe desde 1952, sendo a primeira companhia moderna de teatro de sombras do Japão. É a primeira vez que eles visitaram o Brasil.
Fonte: g1.globo.com    


   Se vocês quiserem saber mais sobre o grupo, visitem os sites oficias deles: facebookkakashiza-site

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In Cultura

Origami

   Como já foi dito gosto da cultura japonesa, para ser direta sou uma otaku ^^. Hoje trago para vocês mais um pouco sobre a cultura nipônica, a história do origami e alguns para treinar em casa.

 
     Origami é a arte tradicional e secular japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas de uma peça de papel, sem cortá-la ou colá-la.
   O origami usa apenas um pequeno número de dobras diferentes, que no entanto podem ser combinadas de diversas maneiras, para formar desenhos complexos. Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores ou estampas diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel. Ao contrário da crença popular, o origami tradicional japonês, que é praticado desde o Período Edo (1603-1897), frequentemente foi menos rígido com essas convenções, permitindo até mesmo o corte do papel durante a criação do desenho, ou o uso de outras formas de papel que não a quadrada (rectangular, circular, etc.).
   Segundo a cultura japonesa, aquele que fizer mil origamis da garça de papel japonesa (Tsuru, "garça") teria um pedido realizado - crença esta popularizada pela história de Sadako Sasaki, vítima da bomba atômica.
    Conforme se foram desenvolvendo métodos mais simples de criar papel, o papel foi tornando-se menos caro, e o Origami, cada vez mais uma arte popular. Ainda assim as pessoas menos abastadas se esforçavam em não desperdiçar; guardavam sempre todas as pequenas réstias de papel, e usavam-nas nos seus modelos de origami.
   Durante séculos não existiram instruções para criar os modelos origami, pois eram transmitidas verbalmente de geração em geração. Esta forma de arte viria a tornar-se parte da herança cultural dos japoneses. Em 1797 foi publicado um livro (Hiden Senbazuru Orikata) contendo o primeiro conjunto de instruções origami para dobrar um pássaro sagrado da India. O Origami tornou-se uma forma de arte muito popular, conforme indica uma impressão em madeira de 1819 intitulada "Um mágico transforma folhas em pássaros", que mostra pássaros a serem criados a partir de folhas de papel.
   Em 1845 foi publicado outro livro (Kan no mado) que incluía uma coleção de aproximadamente 150 modelos Origami. Este livro introduzia o modelo do sapo, muito conhecido hoje em dia. Com esta publicação, o Origami espalha-se como atividade recreativa no Japão.
   Não seriam apenas os Japoneses a dobrar o papel, mas também os Mouros, no Norte de África, que trouxeram a dobragem do papel para Espanha na sequência da invasão árabe no século VIII. Os mouros usavam a dobragem de papel para criar figuras geométricas, uma vez que a religião proibia-os de criar formas animais. Da Espanha espalhar-se-ia para a América do Sul. Com as rotas comerciais terrestres, o Origami entra na Europa e, mais tarde, nos Estados Unidos.
   A grande divisão entre a antiga dobragem do papel e a nova surgiu cerca de 1950 quando o trabalho de Akira Yoshizawa se tornou conhecido. Foi Yoshizawa quem criou a idéia da dobragem criativa (Sasaku Origami) e inventou todo um conjunto de métodos que nada deviam ao origami do passado, permitindo dobrar uma série de animais e pássaros. Porém, ainda precisava de duas partes de papel para conseguir animais de quatro patas, o que só viria a ser ultrapassado com a invenção das Bases Blintzed em meados da década de 1950 por outros entusiastas, particularmente o norte-americano George Rhoades. Até lá, apenas era possível dobrar animais muito primitivos, incluindo o tradicional porco...
Fonte: wikipedia

Passo a passo de alguns origamis:

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In Cultura Saúde

Quais são as vantagens do sushi?

   Hoje eu vou falar a respeito de uma matéria da Revista Saúde (edição de janeiro de 2013) que eu achei bem interessante. Essa matéria  fala um pouco sobre o sushi, os beneficios dos ingredientes, como montar e um pouco da história.
   Fui em busca no site da revista e encontrei o conteúdo completo. Quem quiser pode dar uma olhadinha no site, Revista Saúde , tem umas matérias bem legais.


História  
   A forma tradicional do sushi é peixe fermentado e arroz, conservados com sal, em um processo que veio do Sudeste Asiático, onde ainda continua popular nos dias de hoje.
   O termo "sushi" vem de uma forma gramatical arcaica, não usada mais em outros contextos e significa, literalmente, "é azedo", num reflexo das suas raízes históricas de alimento fermentado.
   A ciência por trás da fermentação do peixe embalado no arroz é que o vinagre produzido a partir da fermentação do arroz quebra a proteínado peixe em aminoácidos. Isso resulta em um dos cinco paladares básicos, chamado umami em japonês. A forma mais antiga de sushi no Japão, narezushi, ainda se assemelha muito com esse processo. No Japão, o narezushi evoluiu para oshizushi e, por último, para edomae nigirizushi, que é o alimento conhecido mundialmente apenas como "sushi".
   Atualmente, o sushi japonês preserva poucas semelhanças com o tradicional prato de arroz lactofermentado. Originalmente, quando o peixe fermentado era tirado do arroz, apenas o peixe era consumido e o arroz fermentado era descartado. O funazushi de gosto e cheiro fortes, um tipo de narezushi feito próximo ao lago Biwa, no Japão, é o que mais lembra a forma tradicional de preparação do sushi fermentado.
   Iniciando-se no período Muromachi (1336-1573), o vinagre foi adicionado à mistura peixe-arroz, para dar um melhor paladar e conservação. O vinagre acentuava o azedume do arroz, aumentando seu tempo de conservação e permitindo que o processo de fermentação encurtasse, acabando por ser abandonado na preparação do prato. Nos séculos seguintes, o sushi de Osaka evoluiu para o oshi-zushi. Frutos do mar e arroz eram prensados usando-se uma esteira de bambu. Em meados do século XIII, essa forma de preparação chegou a Edo (a atual Tóquio).
   A versão contemporânea, internacionalmente conhecida apenas por sushi, foi desenvolvida por Hanaya Yohei (華屋与兵衛; 1799–1858) no final da era Edo. Essa técnica era uma forma primitiva de fast-food que não era fermentada, pois era preparada rapidamente, e que podia ser comida em bancas armadas na rua ou em teatros. Nessa época, esse tipo de sushi ficou conhecido como edomae zushi, pois era produzido com peixes frescos pescados em Edomae (a atual Baía de Tóquio). Apesar de hoje em dia os peixes não virem mais desse lugar, o sushi ali produzido ainda é formalmente conhecido como edomae nigirizushi(Fonte: wikipedia)
Como montar
Coloque uma folha de alga sobre a esteira de bambu. Espalhe o arroz, que é mais empapado que o brasileiro, por toda a superfície do ingrediente verde-brilhoso. O ideal é que a camada tenha 1 centímetro de altura. Deixe a faixa direita da alga sem cobertura. No centro, cave um buraco, mas não muito fundo. Nesse fosso, coloque os ingredientes que formarão o recheio. Vale o peixe cru - pode ser salmão, atum ou cavala - e vegetais, como o pepino e a clássica cebolinha.
1. Preenchimento

Coloque uma folha de alga sobre a esteira de bambu. Espalhe o arroz, que é mais empapado que o brasileiro, por toda a superfície do ingrediente verde-brilhoso. O ideal é que a camada tenha 1 centímetro de altura. Deixe a faixa direita da alga sem cobertura. No centro, cave um buraco, mas não muito fundo. Nesse fosso, coloque os ingredientes que formarão o recheio. Vale o peixe cru - pode ser salmão, atum ou cavala - e vegetais, como o pepino e a clássica cebolinha.

Enrole a alga com a ajuda da esteira. Pressione o conteúdo com firmeza. Só tome cuidado para não apertar demais: o arroz pode sair pelas beiradas. Umedeça a área vazia e cole-a ao restante do cilindro.
2. Sem perder a ternura

Enrole a alga com a ajuda da esteira. Pressione o conteúdo com firmeza. 
Só tome cuidado para não apertar demais: o arroz pode sair pelas beiradas. Umedeça a área vazia e cole-a ao restante do cilindro.


3. Gosto de cultura

Os bolinhos nipônicos são tradicionalmente servidos em número ímpar- os pares 
aparecem só em ocasiões fúnebres. Os sushis precisam vir acompanhados de
shoyu, gengibre e, eventualmente, wasabi.
Ingredientes

Alga Nori: 
Versão prensada e seca, é composta de proteínas e carboidratos. Possui poucas 
fibras e nada de gordura.



Arroz:
Tem vinagre, açúcar, sal e glutamato monossódico. É prejudicial se
ingerido em quantidades enormes.

Peixe:
Suas proteínas são poderosas. Comido cru, mantém intacta uma série de gorduras
boas e minerais.

Hortaliças:
Elas guardam diversos nutrientes. O pepino é composto de 95% de água e
tem ação diurética.


Shoyu:
O molho de soja é rico em sódio. Uma colher de sopa já tem 800 mg do mineral,
ou 40% da recomendação diária.


Gengibre:
Comido em fatias finas e firmes, seus óleos têm ação anti-inflamatória e 
antioxidante.


Wasabi:
Pasta de raiz-forte, serve para matar algumas bactérias do peixe e ajuda na 
digestão.

Tipos
Uramaki:
O arroz fica do lado de fora e a alga na parte de dentro. A camada externa
conta com gergelim, oleaginosa rica em magnésio.


Hossomaki:
O bolinho é o mais fino que existe. O arroz fica bem prensado. Leva pepino, atum
e picles, uma beleza para a saúde.


Futomaki:
Tem formato cilíndrico e é de maior circunferência, sendo o mais servido em
restaurantes japoneses.



Nigiri:
Esse tipo não possui a capa de alga. O peixe é prensado ao arroz. Para juntar
os dois itens, usa-se o wasabi.



Temaki:
O cone facilita nas refeições rápidas, com os dedos. Cuidado com os recheios 
gordurosos, como o creme de queijo.



Califórnia:
Criado nos Estados Unidos, leva abacate, manga, maionese e gergelim. Um dos
tipos mais calóricos.


Hot Roll:
Versão empanada e frita, tem altas taxas de gordura e sempre fica de fora das
mesas mais saudáveis e tradicionais.


Sashimi:
Ele é feito com carnes de peixes e frutos do mar, como salmão, atum, lula, 
camarão e polvo. Os molhos e temperos típicos - shoyu, gengibre e wasabi -
fazem parte do preparado. As fatias finas, macias e cruas são cheias de
substâncias saudáveis, como o ômega-3, o selênio e as vitaminas A e D.

O que beber: 
O mais comum é acompanhar os bolinhos de peixe cru com chá-verde, bebida 
preferida da maioria dos japoneses. A infusão, diga-se, é ótima para resguardar a
memória e perder peso, mostram pesquisas recentes. É aceitável também pedir
cerveja leve, típica do Oriente, ou água mineral. Mas… não é recomendado tomar
saquê, bebida fermentada de arroz, junto com o sushi! Isso porque ambos são 
feitos com o cereal branco. Para outras receitas, o drinque está liberado.

Etiqueta
Duas maneiras:
O sushi pode ser comido com o hashi, os pauzinhos, ou com a mão. O shoyu 
deve molhar apenas o peixe e nunca tocar o arroz.

Papilas agradecem:
A iguaria é levada à boca com o pescado virado para baixo, no sentido da língua.
A ideia é sentir o gosto da carne antes do sabor do arroz e da alga.
Nos intervalos:
O gengibre serve para limpar o paladar entre um prato e outro. A raiz bege
não pode estar mole e, sim, com aspecto rígido. O wasabi, pasta ardida feita
de uma planta japonesa, deveria ser colocado entre o arroz e o sushi,
ainda na montagem.

Uso dos talheres:
O hashi é mantido paralelo quando não estiver em uso. Nada de espetá-lo 
no arroz: a ação é muito ofensiva e remete a velórios.

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